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Jolda Madalena

 

INFORMAÇÃO SUMÁRIA

 

 

Padroeira: Santa Maria Madalena.

Habitantes: 347 habitantes (I.N.E.2011) e 464 eleitores em 05-06-2011.

Actividades económicas: Agricultura e pecuária.

Festas e romarias: Senhor da Boa Sorte (2º domingo de Julho) e Senhora dos Emigrantes (15 de Agosto).

Património cultural e edificado: Igreja Paroquial, Paço da Glória com capela dedicada a N. Sra da Glória, Casa dos Abrugueiros, Casa dos Pimentas de Castro e Casa da Boavista, ambas  com a capela dedicada à N. Sra da Conceição.

Outros locais de interesse turístico:  Belezas ribeirinhas do rio Lima e do rio Cabrão.

Artesanato: Cestaria.

Colectividades: Associação Cultural e Recreativa de Betânia do Vez e Grupo de Cavaquinhos.

 

 


ASPETOS GEOGRÁFICOS

 

Jolda Madalena é uma freguesia portuguesa do concelho de Arcos de Valdevez,  em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, uniu-se com a freguesia de  Rio Cabrão, para formar a União das Freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão.  

Jolda-Madalena, com uma área de cerca de 251 ha, situa-se na margem direita do rio Lima, no extremo sul do concelho de Arcos de Valdevez, ao qual pertence. Os seus limites estão estabelecidos da seguinte forma: A Norte, a Freguesia de Rio Cabrão, a Sul, a Freguesia de Jolda-S.Paio e o rio Lima, com a Freguesia de Gandra, do Concelho de Ponte de Lima, na outra margem. A Nascente, as Freguesias de Cendufe e Padreiro-Salvador. A Poente, a Freguesia de Refóios do Lima do Concelho de Ponte de Lima.


 
RESENHA HISTÓRICA

Vestígios arqueológicos desta região dão-nos conta da passagem do homem desde épocas remotas. Assim é que, a cultura castreja, tem as suas marcas bem visíveis na vizinha Freguesia de Cendufe. Como se sabe, Joda-Madalena e Jolda-S. Paio se entrepõem ao trajecto que medeia esse núcleo castrejo com o rio Lima, e portanto, nada justificaria que não fossem as suas terras férteis utilizadas por essas civilizações desse passado longínquo.
Não é de admirar que, posteriormente, e já mais perto dos nossos tempos tenham surgido  importantes construções a aproveitar as potencialidades desses terrenos férteis e das capacidades e  belezas proporcionadas pelo rio Lima assim como do rio Cabrão.
Surgem, então, casas senhoriais, autênticos palácios que ainda hoje são património edificado de extremo valor.
Nesse aspecto, há que referir o Paço da Glória como um dos exemplares mais apreciados do Alto-Minho. Também, não se pode deixar de lembrar, a Casa dos Pimenta de Castro  (Casa Senra), a  Casa dos Abrugueiros e a Casa da Boavista.
Ainda, acerca da história desta freguesia, pode ler-se na integra a informação do livro "Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do Tombo":  « Em 1258, na lista das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, elaborada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, é citada como uma das igrejas pertencentes ao bispado de Tui. Denominava-se então "Sancta Maria de Jorlla".
Em 1490, a partir de 12 de Junho, o direito de apresentação desta igreja passou a pertencer a Pedro Gonçalves de Viana.
Mais tarde, entre 1551 e 1581, a apresentação era de padroeiros, da quinta de Jolda. São Paio de Jolda era-lhe então anexa "in perpetuum".
Segundo Américo Costa, foi abadia da apresentação de Marcos Pereira Velho de Moscoso, da quinta da Brejoeira.
O abade de Santa Maria Madalena de Jolda apresentava por sua vez a Casa do Sapagal de Monção».
 
( Fontes consultadas:  Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do Tombo )  e Dicionário Enciclopédico das Freguesias

 
 

Rio Cabrão

 

INFORMAÇÃO SUMÁRIA

 

Padroeiro: S. Lourenço.

Habitantes:  135 habitantes (I.N.E.2011) e cerca de 160 eleitores Actividades económicas: Agricultura.
Festas e romarias:  Santo António e S. Lourenço (10 Agosto).
Património cultural e edificado: Igreja Paroquial, Solar de Quintela, Solar do Casal do Paço, e Solar dos Pimenta de Castro. 
Outros locais de interesse turístico: Rio Cabrão. 
Gastronomia: Bacalhau frito.


 

 

ASPETOS GEOGRÁFICOS

 
 
Rio Cabrão é uma freguesia portuguesa do concelho de Arcos de Valdevez, com 1,73 km² de área e 135 habitantes (2011). Densidade: 78 hab/km². Em 2013, no âmbito de uma reforma administrativa nacional, uniu-se com a freguesia de  Jolda Madalena, para formar a União das Freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão. 
As localidades da freguesia são: Alqueires, Boal, Codeceira, Coto Rio Cabrão, Fundo de Vila, Igreja, Letrigo, Monte, Pinhô, Pontizela, Quintela.
Festas e romarias: Santo António e S. Lourenço (10 Agosto).
Ainda, acerca da história desta freguesia, pode ler-se na íntegra a informação do livro "Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do Tombo":
Em 1258, na lista das igrejas situadas no território de Entre Lima e Minho, elaborada por ocasião das Inquirições de D. Afonso III, São Lourenço de Rio Cabrão é citada como uma das igrejas pertencentes ao bispado de Tui. Era então denominada "Sancto Laurentio".
Em 1320, no catálogo das mesmas igrejas, mandado efetuar pelo rei D. Dinis, para pagamento da taxa, São Lourenço de Rio Cabrão, então denominada São Lourenço de "Rodalhi", foi taxada em 50 libras.
Em 1444, D. João I conseguiu do papa que o território, de Entre Lima e Minho passasse a pertencer ao bispado de Ceuta. Mais tarde, em 1512, toda a comarca eclesiástica de Valença passou para o arcebispado de Braga, recebendo em troca o bispo de Ceuta, D. Henrique, a comarca de Olivença.
Em 1546, no Memorial feito pelo vigário da Comarca de Valença, Rui Fagundes, no tempo de D. Manuel de Sousa, São Lourenço de Cabrão estava anexa, juntamente com São João de Parada, ao mosteiro de Ázere. No Censual de D. Frei Baltasar Limpo, na cópia de 1580 São Lourenço de Cabrão era anexa perpetuamente. Eram-lhe também anexas São João de Parada e Santa Maria de Paços e São Cosme de Ázere. Segundo Américo Costa, foi vigairaria da apresentação do reitor de Ázere.
Em termos administrativos, a freguesia de Rio Cabrão esteve anexa à de Cendufe nos anos de 1864 a 1900.

( Fonte consultada: Inventário Colectivo dos Arquivos Paroquiais vol. II Norte Arquivos Nacionais/Torre do Tombo) e Dicionário Enciclopédico das Freguesias

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